Você já ouviu falar em tecido moda praia sustentável?

Você sabia que o tecido sintético de biquínis dura, em média, 120 anos para se decompor na natureza e que o tecido ecologicamente correto dura em torno de 4 anos? Costumamos a aprender sobre sustentabilidade desde cedo na escola, mas somente na prática é que conhecemos como realmente funciona e você, como consumidora, pode contribuir em coisas que sequer pensamos no dia a dia, mas que podem ser grandes decisões favoráveis para a natureza.

Foi pensando nisso que resolvemos falar sobre este assunto, afinal de contas, o biquíni que compramos para usar durante um verão é descartado no próximo ano porque queremos usar as novidades, queremos ter novos modelos e tudo mais. Logo, se houvesse a possibilidade de termos uma alternativa mais gentil com a natureza, seria demais, não é mesmo?

Isso já é uma realidade e vamos te passar todos os detalhes aqui neste artigo.

O que são tecidos biodegradáveis?

Muitas empresas, hoje em dia, tem este compromisso com a sustentabilidade e realizam trabalhos incríveis com os tecidos moda praia biodegradáveis.  Geralmente quando pensamos em moda, a questão da sustentabilidade parece ser uma antagonista, mas se pararmos para pensarmos um pouco mais, percebemos que é possível usar looks bacanas e que foram pensados e desenvolvidos de maneira a não causar grande impacto ambiental.

Alguns tecidos biodegradáveis são feitos com algodão orgânico, fibras naturais e até mesmo o Tecido Da Floresta, que é um tipo de couro vegetal feito por seringueiros, sendo uma ótima alternativa para a criação de biquínis criativos e com muita personalidade.

Vantagens de comprar biquíni ecologicamente correto:

  • Já que você vai usar somente durante um ano, é mais benéfico para a natureza comprar algo que se decompõe rápido.
  • Os tecidos biodegradáveis duram 4 anos para se decompor, enquanto os sintéticos duram 120 anos.
  • São tecidos de qualidade e não tem diferença de modelos, estampas ou aplicações, são apenas formas mais sustentáveis de produzir as mesmas peças de praia.
  • Eles não são mais frágeis e são resistentes, não há com o que se preocupar com isso.
  • São biquínis que custam o mesmo preço que os feitos de tecido sintético, pois há fornecedores brasileiros que vendem no país inteiro e isso barateia a produção.
  • Veganos que tem preocupação com os tecidos que vestem, podem usar sem culpa.

A sustentabilidade é o todo e não parte de um processo:

As empresas que trabalham com moda praia sustentável costumam ter uma rede de fornecedores que vão desde artesãos, pequenos produtores, agricultores e cooperativa que fornecem todo o material usado durante a produção das peças. Os ‘eco prints’, por exemplo, que são a transferência da matéria orgânica da folha ou fruta para o tecido, também são boas opções para criar estampas totalmente artesanais e sustentáveis e de acordo com a estação mais quente do ano, o verão!

Em tempos de sustentabilidade, estes tecidos moda praia biodegradáveis são realmente uma alternativa amiga do planeta, afinal de contas são tecidos que você vai usar somente um ano e vai querer jogar fora, pois novas tendências aparecerão, assim como novos modelos, etc. Realmente esta é a solução para comprar sem culpa.

 

 

Assessoria de Imprensa Minha Nutri – comercial.minhanutri@gmail.com

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Você sabe como ser sustentável no trabalho? Confira dicas que podem te ajudar:

Geralmente quando pensamos em ser sustentável e procuramos ajudar o meio ambiente e o planeta, automaticamente nossa mente pensa o que podemos fazer para melhorar o dia a dia em casa, quais práticas podemos adotar para descartar melhor o lixo da nossa cozinha, entre outros aspectos relacionados com o ambiente doméstico, ao qual vivemos a maior parte das nossas vidas.

Entretanto, quando nós estamos trabalhando, também podemos pensar em soluções sustentáveis para melhorar o convívio e ambiente de trabalho, bem como apoiar a causa da sustentabilidade nos escritórios. As estatísticas comprovam que a produção de lixo aumentou em 29% no Brasil, a partir de um estudo feito pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais – Abrelpe, nos anos de 2003 a 2014.

O estudo concluiu também que esta taxa de aumento do lixo aumentou 5 vezes mais do que a taxa de crescimento populacional, que no mesmo período foi de 6%. Já a quantidade de resíduos com a destinação adequada, ou seja, aqueles que são descartados da maneira correta, não acompanhou esta taxa de crescimento da geração de lixo. Em 2014, somente 58% do total deste lixo produzido pela população foi levado aos aterros sanitários.

Cada um faz a sua parte, melhor para o planeta:

Às vezes a gente pensa que as medidas que tomamos não vão surtir efeito porque as outras pessoas, até mesmo aquelas que trabalham conosco, não estão muito preocupadas com estas questões de sustentabilidade e destino correto do lixo. Entretanto, se pensarmos no que os outros podem fazer e destinarmos as nossas ações pautadas sempre nas ações dos outros, acabamos vivendo em uma bolha de decisões mecânicas que não vão ajudar a nada e a ninguém.

Você pode ser a motivação de outras pessoas. Por isso, separamos aqui algumas dicas que poderão te ajudar a manter o seu ambiente de trabalho mais sustentável, você vai aprender a produzir menos lixo e ainda terá a chance de conscientizar outros amigos de trabalho. 🙂

1 – Adote a caneca de plástico ou de porcelana:

Ou qualquer outro material que não seja descartável, porque o copo descartável, por exemplo, neste caso é ruim porque toda vez que você se levanta para beber água, você usa um copo diferente e joga fora. Vamos supor que você bebe 2 litros de água por dia, então são 10 copos descartáveis de 200ml que você joga fora por dia.

Agora imagine o quanto você economiza de copo descartável se adotar o uso de uma caneca? Essa ação já ajuda a produzir menos lixo.

2 – Economize no papel:

Se você tem uma alternativa de não imprimir, então não imprima. Você pode enviar e-mails e ao invés de imprimir relatórios, pode criar relatórios online ou PDF, entre outras medidas que vão ajudar o planeta. Usar menos papel é sustentável e econômico porque as empresas também pouparão bastante se os funcionários imprimissem menos documentos.

A dica é você avaliar o que deve realmente ser impresso.

3 – Separe os tipos de lixo:

Se a sua empresa não tem aquelas lixeiras que separam os lixos orgânicos dos recicláveis, você pode enviar um e-mail para o seu chefe com esta sugestão e enquanto ela não é posta em prática, você mesmo pode fazer isso separando o seu lixinho. Além de fazer bem para a natureza, facilita a vida dos catadores e auxilia na reciclagem.

4 – Você encomenda quentinha no trabalho?

Que tal você tentar levar a sua própria marmita? As quentinhas são feitas de papel e papelão e quase sempre ficam sobras de alimentos que não são separadas na hora de jogar fora. Resultado: material reciclado com resíduos dos alimentos. Você pode evitar tanto desperdício de lixo levando a sua marmita de casa de alumínio ou plástico. Sem contar que a sua saúde agradece porque você pode começar a inserir hábitos mais saudáveis na sua alimentação.

E ai, gostou dos ‘Dicas Sustentáveis’ desta semana no Blog Minha Nutri? Se você adota outra ideia sustentável, compartilhe com a gente nos comentários!

Assessoria de Imprensa Minha Nutri – comercial.minhanutri@gmail.com

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O óleo vegetal provoca danos ambientais irreversíveis para o planeta – Descubra aqui o que você pode fazer para reaproveitá-lo


Veja aqui quais são as formas corretas de jogar fora o seu óleo de cozinha: 1 litro de óleo usado em frituras pode contaminar cerca de 20 mil litros de água. E os resultados podem ser ainda mais catastróficos. Acompanhe.

Sabe aquele óleo que usamos para fritar batatas, salgadinhos, frango, entre tantos outros tipos de alimentos? Você sabe a forma correta de descartar este resíduo sem que haja a possibilidade de poluir o nosso ambiente? Aqui neste texto você vai descobrir tudo o que precisa saber para ter o consumo consciente deste produto.

De acordo com estatísticas realizadas pela OilWorld, empresa independente que analisa o descarte do oleaginosas, óleos e refeições dos países, são 9 bilhões de litros de óleo produzido pelo país a cada ano, aproximadamente. Cerca de um terço dele são comestíveis, logo o consumo per capto é de 20 litros anuais, o que proporciona 3 bilhões de litros de óleos vegetais usados no Brasil.

Grande parte destes resíduos não é descartada corretamente, o que polui águas, solo e a atmosfera. Além disso, os óleos que são jogados em pias ou privadas podem entupir a rede de encanamento e causar prejuízos econômicos.

Para ficar fácil de entender, agora imagine o que acontece quando uma pessoa passa uma vida toda ingerindo excesso de gorduras, come muitas frituras e possui uma alimentação inadequada. Essa gordura se acumula nas paredes de veias e artérias e acomete aquele ser com diversos tipos de doenças, entre elas o infarto. Este entupimento que acontece no organismo devido a grande concentração de gordura pode ser comparado com a obstrução que acontece nos canos residenciais ou de empresas e estabelecimentos comerciais.

À medida que jogamos os óleos usados diretamente no ralo, essa gordura irá esfriar e desenvolverá placas de gorduras espessas quando entrar em contato com outros resíduos no esgoto. Aqui no Brasil, são 200 milhões de litros de óleo oriundos de frituras despejados sem nenhum controle pelos ralos das residências brasileiras, segundo análise realizada pela OilWorld, em 2012.

O problema não está somente nas casas brasileiras, os estabelecimentos comerciais também devem fazer a sua parte:

Bares, restaurantes e lanchonetes precisam se conscientizar mais a respeito do descarte dos óleos usados em seus estabelecimentos. Não basta somente acondicionar estes resíduos em garrafas pet se no final do dia tudo é jogado fora nas caçambas de lixo, afinal de contas, isso pode contaminar os esgotos e a água do planeta. Caso ocorra vazamento destas garrafas nos lixões, haverá contaminação no solo, o que é igualmente perigoso e prejudicial ao meio ambiente, matando plantas, afetando o metabolismo das bactérias e outros micro-organismos responsáveis pela deterioração de compostos orgânicos que irão se transformar em nutrientes para o solo, além de atingir o lençol freático e arruinar todos os poços de uma região, impossibilitando o consumo daquela água.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária e a CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente – alertam para o fato de que existem normas e soluções tangíveis de descartar o óleo vegetal usado de forma a não comprometer o meio ambiente. Sem contar que os estabelecimentos que não seguem estas regras de descarte estão passíveis a sofrerem punições de acordo com a lei.

Residências e estabelecimentos podem tomar uma medida bastante prática para ajudar a salvar o planeta. Bastando guardar este óleo em garrafas pet e, ao invés de jogar no lixo, ligar para empresas que fazem este recolhimento. Há organizações que vão diretamente até você para fazer a retirada do óleo vegetal e dar um destino sustentável a eles.

Dentro deste contexto é que a Disque Óleo, uma empresa de iniciativa privada e autarquias públicas, realiza todo o manejo e transporte deste material dando um destino correto para este resíduo. Este recolhimento é realizado em escolas, restaurantes, bares, mercados, residências, igrejas, clubes, indústrias, entre outros. O único trabalho que se tem é o de ligar ou enviar um e-mail fazendo esta solicitação. A Disque Óleo orienta que este recolhimento é feito a partir de 10 litros em casas e 30 litros em estabelecimentos comerciais, além de ser totalmente gratuito.

Com o óleo vegetal usado é possível fabricar:

  • Sabão pastoso
  • Ração animal
  • Biodiesel
  • Massa para vidraceiro
  • Fertilizantes

Lucinaldo Francisco, responsável pela Disque Óleo, explica que “além de ser poluente, esse óleo entope a o esgoto e sobrecarrega as estações de tratamento, ocasionando o mau cheiro e trazendo prejuízo tanto para as pessoas como para os órgãos públicos e principalmente para a natureza”, relata.

A Disque Óleo já reaproveitou mais de 11 milhões de litros de óleo que iriam direto para o leito dos rios e oceanos. Mais de 1.5 milhões de resíduos foram encaminhados para a estação da CEDAE, ou seja, empresas como esta realizam um importante trabalho de sustentabilidade, evitando um significativo impacto ambiental.

Atualmente existem várias organizações que realizam o mesmo trabalho e todas elas fazem de modo gratuito, para incentivar ainda mais esta entrega de óleo vegetal que pode ser feita em pontos físicos ou até mesmo diretamente da sua casa ou empresa, informando a necessidade de se retirar no local. Há organizações que ainda trocam seu óleo vegetal por produtos de limpeza.

Como fazer sabão com óleo vegetal usado em casa:

  • 500 ml de água
  • 1 litro de óleo de cozinha (coado)
  • 250 gramas de soda cáustica
  • Detergente em são em pó (se quiser)

Coloque a água para ferver e antes de levantar fervura, retire do fogo e despeje a soda cáustica com muito cuidado.

Mexa tudo com uma colher de madeira até que toda a soda cáustica derreta. Depois coloque o óleo vegetal coado e mexa até que tudo fique homogêneo e engrosse mais um pouco.

Se você quiser fazer com que o sabão fique com mais espuma, coloque detergente ou sabão em pó. Se quiser que ele fique com cheiros diferentes como de rosas ou outro tipo de perfume, basta acrescentar sabão em pó perfumado. Para dar cor ao sabão, pode ser acrescentando anilinas.

Deve-se agitar o líquido de 30 a 45 minutos até que a mistura fique grossa, ponha tudo em uma assadeira (separada para esta finalidade e forrada com um saco plástico), e leve para secar no sol em torno de 2 dias. Para usar o seu sabão caseiro, espere cerca de 10 dias até que todo o preparo esteja pronto.

Serviço:

Disque Óleo

Atendimento de segunda a sexta, das 8h às 17h. E-mail: coleta@disqueoleo.com.br ou atendimento@disqueoleo.com.br. Telefones: (21) 3105-5040/ (21) 2209-3665/ (21) 97827-9449

 

Assessoria de Imprensa Minha Nutri – comercial.minhanutri@gmail.com

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Aproveitamento de alimentos que são descartados em estabelecimentos pode ajudar a combater a fome

Sendo a CEASA uma instituição do Estado do Rio de Janeiro, vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca, tem como objetivo principal ser o depósito e mercado público com a finalidade de, além de comercializar alimentos, realizar ações de segurança nutricional, controle sanitário, de resíduos agrotóxicos e de responsabilidade social.
Dentro deste contexto, surgiu o programa Banco de Alimentos da Ceasa/RJ que promove a captação de alimentos que não foram comercializados na central, porém, mantidos em bom estado para o consumo, para serem doados às instituições que se cadastram no programa. Atualmente, cerca de 73 municípios do Estado do Rio recebem estas doações que são efetuadas e preparadas por produtores e comerciantes.

Como se cadastrar para receber as doações da CEASA?


De acordo com o site oficial da instituição, é preciso seguir algumas normas para receber estas doações, segue aqui o que você precisa saber para garantir este benefício:

  • Encaminhar ofício para Presidência da Ceasa-RJ com cópia do CNPJ.
  • Envio de ata de criação da Instituição com os dirigentes e todo o relatório de atividades desenvolvidas com o público, bem como o número de assistidos e faixa etária.
  • Comprovante de endereço, RG, CPF do presidente da instituição e de um responsável pela mesma instituição.
  • Alvará de funcionamento e certificado de instrução em Conselho de Direito, tais como Conselho Municipal, Estadual ou Nacional de Assistência Social, Criança e Adolescente, Idoso ou atividades similares.

Segundo a nutricionista Luma Monteiro, da assessoria de nutrição Minha Nutri, “esse tipo de atitude é muito importante, não só apenas no Ceasa ou em grandes centros de distribuição. Dá para fazer isso em pequenos mercados, hortifrútis, etc. Se cada um fizer a sua parte, a gente pode diminuir a fome no nosso país que é muito grande. Porém, não é apenas a questão da fome, pois existem também muitos obesos que não são nutridos por terem uma alimentação inadequada, que são ricas em carboidratos, frituras, açúcar e gordura saturada – o que torna a qualidade de vida baixa -, então se a gente conseguir promover a conscientização de consumo de alimentos saudáveis de toda a população e evitar o desperdício, a situação do nosso país mudará como um todo sem precisar necessariamente de recursos financeiros porque dá fazer isso com coisas que estão indo para o lixo, mas que ainda estão boas”, ressalta.

Empresas e Organizações Podem Participar:

 

Ainda de acordo com Luma, este trabalho também pode ser estimulado e empenhado em igrejas, ONGs e demais organizações filantrópicas. A questão é envolver todos os setores da sociedade para a promoção da saúde, doações para o combate da fome e conscientização sobre desperdícios de comida.

Um exemplo de iniciativa que também promove um trabalho de doações é a ONG Banco de Alimentos, fundada em 1998, pela economista Luciana C. Quintão, cuja missão é justamente combater o desperdício de comida. Esta organização trabalha com mais de 22 mil pessoas mensalmente e recolhe os mantimentos de empresas e estabelecimentos que, por motivos diversos, deixam de usar alguns alimentos que iriam para o lixo, mesmo estando em perfeito estado. O trabalho do Banco de Alimentos é exatamente fazer este recolhimento, aproveitando o que seria descartado a fim de alimentar outras pessoas e suas famílias.
Além disso, também realizam trabalhos envolvendo educação, com palestras, oficinas e workshops voltados ao ensino de manipulação dos nutrimentos que são doados.

Serviço:
Ceasa: mais informações sobre inscrições para receber doações: telefone (21) 2333-8228 | ouvir@ceasa.rj.gov.br. Funcionamento das 10h às 17h.
Banco de Alimentos: (11) 3674-0080 | Fax.: (11) 3672-4094 | info@bancodealimentos.org.br. Funcionamento das 8h às 18h.

Assessoria de Imprensa Minha Nutri – comercial.minhanutri@gmail.com

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